O primeiro post de um blog diz tudo sobre ele.
Ou não.
Espero que não, já que o meu post nunca chegaria a tais expectativas.
De qualquer maneira, chega uma hora na vida de todo pseudo-jornalista que a criação de um blog se faz necessária. Seja porque você se sente excluído de todos aqueles papinhos da blogosfera, seja porque você sente aquela coceirinha para colocar em palavras e mostrar para todo o mundo todas aquelas asneiras que passam na sua cabeça e que sempre fazem muito sentido, ou seja porque você finalmente conseguiu um lindo layout que tem que ser exibido por ai (valeu, Lidia).
O mais preocupante sobre um primeiro post é que começos e primeiras vezes quase sempre são esquisitos. Não queria que o post #1 do meu amado Bowling For Cake fosse esquisito, mas já está sendo, né?
Eu sei.
Talvez essa seja a regra.
Testemunhas me contaram que eu fiquei encarando a parede no meu primeiro dia de aula do ensino médio; no da faculdade, eu não sabia onde era o banheiro e fique andando em círculos. Eu cai da esteira na primeira vez que subi em uma e demorei para me familiarizar com o sistema de lugares marcados no cinema.
Até pessoas que não são humanas como os Beatles e a Sarah Jessica Parker tiveram começos de carreira conturbados. Duvido que eles realmente quisessem cantar “Sie liebt dich yeah yeah yeah” e nem usar aquelas roupas bem distantes do conceito fashion diva.
Chega um momento na vida de todo pseudo-jornalista que ele deve pôr um fim ao primeiro post de seu primeiro blog. Essa é a hora para mim.
Espero que esse primeiro texto tenha sido ruim o suficiente para merecer um futuro de sucesso, Yokos e Sex and the City.
Mostrando postagens com marcador um. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador um. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)