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domingo, 14 de fevereiro de 2010

V music

Bom, Valentine's Day. Escolhi uma foto de um casal simpático e duas músicas românticas, mas que não levam à diabete para postar aqui. Aconselho muito as faixas.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

There's a BOY that never goes out

Troque light por boy; adicione um luck a smiths. 




"I’ve woken up on one too many floors, but my favourite was yours."

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Remember that new year's eve...

We were frightened by the firework.

A ideia original desse post era juntar algumas músicas que falam sobre a virada do ano e montar uma playlist como a natalina, mas isso não vai acontecer. Uma série de fatores (vida proletária, narcolepsia, incapacidade de fazer malas...) me levaram a indicar apenas uma música para o seu réveillon.

Great Lengths do The Lucksmiths fala sobre os autos e baixos de um relacionamento, inclusive sobre uma véspera de ano novo que foi comemorada com fogos de artifício que assustaram o casal.

Essa espécie de sinopse da canção, no entanto, deixa muito a desejar, além de ser entediante (sinto muito). O problema é que qualquer coisa que se escreve sobre de The Lucksmiths nunca estará a altura deles. Verdade.

A música traz um pouco de tudo que faz da banda australiana uma das melhores do gênero indie pop (ou qualquer que seja o rótulo que te ajude a entender melhor o som dela): melodias simples; letras bem escritas que traduzem sentimentos e situações com perfeição; o agradável sotaque australiano do vocalista Tali Hall.

Escute Great Lengths

É isso. Minha mensagem de ano novo já foi passada. Não consigo pensar em nada melhor a ser desejado no começo de um ano do que The Lucksmiths.

Já falei de The Lucksmiths e de Great Lengths aqui.

sábado, 24 de outubro de 2009

The (Luck)smiths

Já que falei de The Smiths, ai vai um cover que o The Lucksmiths fez de There's A Light That Never Goes Out.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Soa Como Verão

Estava fazendo a minha leitura diária dos blogs que eu acompanho quando me deparei com um post muito legal.
Se vocês andam assistindo/lendo jornais esses dias, já descobriram que está fazendo um frio do capeta na Europa, os transportes públicos estão (totalmente) confusos e as crianças estão radiantes porque suas aulas foram canceladas.
Bem, tudo isso para falar que o post do blog foi inspirado na neve, mais especificamente em músicas que combinam com a neve! Achei sensacional e já tinha mais uma lista de músicas para adicionar e criar um post-de-músicas-sobre-a-neve-para-chamar-de-meu. Ai, me dei conta que isso não daria certo porque está fazendo um calor africano aqui no Brasil. Ninguém (que não seja eu) se interessaria por músicas sobre neve.
Quem não tem cão caça com gato. Adoro expressões de vovó. Portanto, não vou falar de músicas, mas de álbuns e não vou falar de neve, mas de praia e calor.
Muito mais apropriado, certo? Mesmo que as aulas já tenham começado – um minuto de silêncio, por favor - ainda temos os finais de semana.


O primeiro álbum é So Much For The City, o trabalho de estréia da banda irlandesa The Thrills. Apesar da Irlanda ser uma ilha, ela não é exatamente conhecida por suas belas e calorosas praias. Por isso, The Thrills não buscou inspiração em sua terra natal, mas em um lugar cujas praias são muito mais famosas, a Califórnia. Para isso, eles passaram um verão inteiro em Santa Cruz. Eles realmente fizeram a lição de casa e fazem com que você se sinta à beira do Oceano Pacífico.

Suas músicas são calminhas e ideais para se escutar quando você está como um jacaré em baixo do sol, perto de uma praia ou de uma piscina. Falo isso por experiência própria, apesar da minha ausência de melanina. A voz do vocalista, Conor Deasy, é quase sussurrada de vez em quando e combina perfeitamente com a participação do piano na grande maioria das músicas.
Suas letras falam de sol, espreguiçadeiras, e lugares como Big Sur, Santa Cruz, Hollywood e San Diego e nos dão vontade de não fazer nada.

Os irlandeses conseguiram capturar tão bem a vida californiana que acabaram na trilha sonora da mais californiana das séries, The OC. Eles até fizeram uma ponta e se apresentaram em um episódio da segunda temporada do programa.

Escute: Big Sur, Deckchairs and Cigarettes e Don’t Steal Our Sun.

O segundo álbum ideal para apreciar junto com uma água de coco é Warmer Corners, também conhecido como o nono disco da banda australiana The Lucksmiths. O quarteto, apesar de pouco conhecido, é considerado influente não só na cena australiana, como na mundial. Apesar de rótulos como o de indie-pop e até o de retro-pop (?), eles se consideram como uma banda de pop e produzem o melhor tipo de pop que você pode encontrar por ai, eu garanto.
Vivendo em Melbourne, eles não precisaram sair de casa como The Thrills para conseguir capturar a atmosfera morna e relaxante das praias.

O sotaque australiano do vocalista Tali Hall combina perfeitamente com as melodias simples e as canções bem escritas da banda. Suas letras são seu forte, pois misturam ironias, metáforas criativas e descrições para falar do tema favorito de qualquer músico: relacionamentos. Suas rimas, muitas vezes simples, são encantadoras.

Escute: Great Lengths, Fiction e Sunlight In A Jar (a mais bela e menos idiota música de amor que você vai escutar).

Espero que vocês gostem das dicas e ainda ganhem um bronzeado em minha homenagem.

Ps: Escolher músicas do The Lucksmiths é uma tarefa muito, muito difícil, pois todas devem ser ouvidas.

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