terça-feira, 14 de abril de 2009

Do the C.O.K.E.

A dupla francesa Justice, em parceria com o artista plástico So-Me, criou uma garrafa de Coca-Cola para uma edição especial do refrigerante. Além da garrafa ser vermelha, ela tem o desenho de uma boca e a frase “Do the dance” em letras divertidas.
“Do the dance” é o refrão de D.A.N.C.E., a música que fez a dupla conhecida.
A garrafa vem dentro de uma caixa que imita uma pick-up e também foi criada pelo Justice.

Garrafa de Coca-Cola e sua caixa, criadas pelo Justice.

Pelo preço módico de 50 Euros, essa Coca-Cola pode ser sua! A venda da edição especial acontecerá apenas na loja Colette (aqui do lado, em Paris) e em baladas super exclusivas.

Você pode saber mais sobre o Justice em outro posto do Bowling for Cake.

Fonte: Moose.

sábado, 11 de abril de 2009

Faz a Rihanna

Não, não quero que você apanhe do Chris Brown.

Na semana que The Killers fez um fantástico cover do Bright Eyes e Franz Ferdinand fez um sem graça da Britney Spears, o assunto covers é obrigatório nesse pseusoblog (novo acordo ortográfico?) de música.
O que acontece é que todo mundo gosta de ver uma versão diferente daquela música que já gosta ; todo mundo gosta de ver como uma música que era odiosa conseguiu ficar legal e todo mundo gosta de achar um absurdo aquela coisa zoada que alguma bandinha desprezível fez com a sua música favorita.
Ou seja, covers sempre são divertidos.
O problema é que há no mínimo dezenas de covers muito bons por ai e todos eles não caberiam em apenas um post. Logo, escolhi falar de alguns que têm algo em comum: a versão original de todos eles é da Rihanna.

The Last Shadow Puppets, a outra banda do Alex Turner do Arctic Monkeys e do Miles Kane do The Rascals, não apenas tocou, mas transformou a música S.O.S!


Alex Turner e Miles Kane, do The Last Shadow Puppets.

Escute a original.

Outra música transformada foi Don’t Stop The Music, que ficou irreconhecível depois que a dubla The Bird And The Bee colocou as mãos nela. Ficou calminha, com aquela cara de caixinha de música.
Diz a lenda que há uma música de The Bird And The Bee em alguma novela global. Confesso que fiquei tão em choque com a informação que nem tive coragem de apurar.


Inara George e Greg Kurstin ou The Bird And The Bee

Escute a original.

A música Umbrella é provavelmente uma das campeãs de regravações. Só o meu ipod tem três. A mais engraçada é a da banda de pop rock italiana Vanilla Sky. Isso porque eles também fizeram um cover do vídeo da música.
Manic Street Preachers também fez a sua versão de Umbrella, mas a minha favorita é a da banda inglesa McFly. Eu sei. Sou muito previsível.

Ouvir “You can stand under my umbrella” com sotaque inglês faz toda a diferença.

McFly e suas umbrellas.

Escute a original.
Escute a versão do Vanilla Sky.
Escute a versão do Manic Street Preachers.


E ai? Gostam mais das versões originais ou dos covers?

Um post mais completo sobre outros covers legais fica para alguma época em que a Faculdade Cásper Líbero estiver com mais compaixão por seus escravos alunos.

terça-feira, 7 de abril de 2009

shows, shows, shows e shows

Esse texto é uma espécie de continuação do post shows, shows e shows, por isso, vou intitulá-lo shows, shows, shows e shows!
Sou extremamente criativa.

Continuando, mais duas bandas confirmaram suas apresentações em terras brasileiras: The Kooks e The Teenagers.

The Kooks toca em São Paulo no dia 19 de junho, no Via Funchal. Você já pode comprar os ingressos a partir do dia 14 de abril, mas os preços ainda não foram divulgados.



The Teenagers só confirmou uma apresentação, na longínqua Porto Alegre. Sai por ai correndo desesperadamente.
O show acontece no dia 7 de junho, num tal de festival PARC (Porto Alegre Rock City), sobre o qual ninguém sabe nada.
Nesse post aqui você pode ler mais sobre o The Teenagers.


Fonte: Move That Jukebox!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

o melhor da segunda

Quem gosta de filmes espera pelas sextas feiras e suas estréias cinematográficas como as crianças esperam pelo coelho da páscoa. Já quem gosta de música, fica correndo em círculos desesperadamente enquanto espera pelas segundas feiras, que é são lançados os singles, álbuns e eps no Reino Unido.

É claro que essas coisas datas não significam muito na era do download e sim, existe alguma coisa boa na segunda feira além de Grey’s Anatomy.

Os lançamentos dessa segunda, 6 de abril, incluem álbuns dos Doves e dos Yeah Yeah Yeahs e singles do Depeche Mode e do Art Brut, mas eu nem vou falar de nenhum deles.
Vou falar sobre o lançamento de dois singles:

O primeiro deles é da banda de Manchester chamada Kid British, que até pouco tempo atrás era apenas um protótipo de banda que causava no metrô londrino. Pouco mais de dois meses se passou e Kid British já está abrindo shows do The Enemy e lançando o seu primeiro single, a música Sunny Days.

Prepare-se para escutar a mistura de reggae, pop e indie mais feliz e alegre já feita.
O clipe não tem nada demais, mas é engraçadinho e bonitinho e mais algum diminutivo a sua escolha.
Aconselho que você se jogue e escute outras músicas como Elizabeth e Lost in London.

O segundo single é de uma banda que não precisa de apresentações, também conhecida como Franz Ferdinand. A música é No You Girls, também conhecida como a melhor do terceiro álbum dos escoceses, Tonight: Franz Ferdinand. O tema da música não traz nenhuma novidade (como homens e mulheres não se entendem e sofrem por causa disso), mas o que diferencia essa canção de outras é o jogo de palavras que Alex Kapranos canta para nós.
É melhor que poesia.


O clipe, como um bom clipe do Franz, é bizarro, mas vale a pena.

Escute também Katherine Kiss Me, faixa que fecha o álbum e que é praticamente uma continuação de No You Girls.

sábado, 4 de abril de 2009

Hora do Planeta: antes e depois.

Há uma semana atrás, você se esqueceu de apagar as luzes da sua casa durante a Hora do Planeta e se sentiu culpado.
Apesar da sua falta de consciência ambiental, mais de mil cidades em mais de oitenta países participaram do protesto que visava nos alertar sobre os perigos do efeito estufa e das mudanças climáticas.
Como se a gente já não soubesse de tudo isso...
Enfim, nesse site, você pode ver fotos de vários cartões postais durante a Hora do Planeta. A parte legal é que quando você clica na imagem, ela passa de iluminada para apagada, como se fosse um antes e depois! Mágico.

Londres, a minha eterna favorita, e a sua casa do parlamento com as luzes apagadas.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O maior mentiroso do mundo

O dia primeiro de abril já está quase no fim, você já caiu (ou não) em mols de brincadeirinhas, já queimou os neurônios pensando em uma mentira sensacional que ninguém acreditou (ou não) e já viu que tem gente mais preocupada com os líderes mundiais em Londres do que com esse dia que é praticamente um feriado mundial!
Já falei bastante dos protestos, agora é hora de falar da mentira e a melhor pessoa para exemplificar a palavra “mentira” é Jayson Blair.
Esse jornalista, na época com apenas vinte e sete anos, tinha o emprego dos sonhos de muita gente. Ele trabalhava no New York Times e em quatro anos escreveu mais de seiscentos artigos e conquistou promoções.
Durante esses quatro anos, seiscentos artigos e promoções, o Jayson Blair se tornou o que eu considero o maior mentiroso do mundo.

Aparentemente, quando Blair estava na Universidade do Maryland, ele cabulou todas as aulas de Jornalismo Básico e Ética. Seus artigos misturavam fatos com ficção, ou eram inventados por inteiro, ou eram até plágios de histórias de outros repórteres.
Esse “jornalismo alternativo” só foi desmascarado em maio de 2003, quando o jornalista pediu demissão do New York Times, após ter sido descoberto que uma reportagem sua era, na realidade, a cópia da de uma jornalista do San Antonio Express-News.
O New York Times montou um time para investigar todos os artigos de seu ex-funcionário e finalmente descobriu que Blair estava mais para autor de ficção do que para jornalista.
O maior mentiroso do mundo Jayson Blair aproveitou para escrever um livro chamado Burning Down My Masters' House: My Life at the New York Time, sem tradução para o português.

E você ainda estava se achando todo esperto por ter enganado a sua mãe no primeiro de abril, em?

Balls to the banks

No último post, falei sobre os planos que Kate Nash e Sam Duckworth tinham para a sua manhã de primeiro de abril. Espero que você não tenha se planejado todo para dar um pulinho em Londres, já que o tal café da manhã planejado pelos dois músicos não deu muito certo.
A cantora e compositora e o faz tudo por traz do Get Cape. Wear Cape. Fly não foram os únicos a se manifestar contra o G20. Os manifestos, batizados de “Financial Folls Day” (algo como “Primeiro de Abril Financeiro”), atraíram muita gente, polícia, cordões de isolamento e não foram tão pacíficos quanto se esperava.

Essa confusão toda acabou deixando impossível a montagem de um sistema de som decente e Nash, Duckworth e outros músicos acabaram fazendo apenas performances acústicas.
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